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terça-feira, 28 de junho de 2011

Jesus é o meu tudo! (Será?)

Jesus é o meu tudo! Será? Será que eu, você e todos nós temos uma analise madura de nossa vida, nossos processos, limitações e feridas interiores para declarar essa verdade? Eu não quero ser um cristão católico hipócrita e medíocre (morno) que só diz coisas religiosamente bonitas. Aposto que ninguém quer também. Mais difícil é reconhecer que de fato Jesus não é nosso tudo nos nossos relacionamentos, na nossos afetos, nas vontades, no nosso agir e reagir, no nosso pensar, principalmente nos nossos medos. A expressão do nosso amor à Deus e reconhecimento do Dele à nós é exclusivamente dependente de uma coisa: Auto-conhecimento. Deus é o mesmo ontem, hoje sempre mas a manifestação em nós e em nosso meio é totalmente SUBJETIVA. Se nós que somos nós mesmos e convivemos conosco 24h por dia não nos entendemos, como teremos de fato um relacionamento saudável com Deus? O mundo não conhece o amor de Deus por que não conhece a si próprio, sua essência e cada vez mais esta longe de querer esta busca.

Um missionário cristão Reinhard Bonnke disse:“…Eu descobri que Jesus é o número UM e quando eu como o ZERO estou ao lado Dele, nos tornamos o nº 10. -Algum outro ZERO aqui? – Vamos, fique ao meu lado, e nós já seremos 100. Alguns zeros a mais? 1000, 10000, 100000, 1000000, 10000000 e então eu compreendi que Jesus acrescenta valor a todo zero. Não ligo de ser o último zero, pois o último zero é o mais valioso. 100000000 é mais do que 100 contanto que o número UM esteja na frente – Jesus. Nós somos muito valiosos, mas se tirarmos o número 1 seremos todos somente zeros novamente.”

Cantamos, louvamos, rodopiamos e damos cambalhotas no Espírito, queremos ser uma Ferrari e desejamos acelerar até o máximo de potência, mas se tivermos algo que emperre a marcha nós não saímos sequer do "ponto-morto", o que é mais interessante, que o carro em ponto-morto também anda, mas muito lentamente (o que nao é seu objetivo). Ficamos iludidos pois saímos da inércia e esperando que já vamos começar a andar cada vez mais rápido.

Uma vez li num blog: "Nunca expressamos o Cristo inteiro, apenas somos imagem de um Cristo desfigurado pelos nossos próprias misérias. O caminho do crescimento é a superação a cada dia de nossas dificuldades interiores, das dificuldades que desfiguram o Cristo em nós. Diante de tal realidade eu pergunto a mim mesmo:
O que posso fazer para ser melhor? A resposta? Essa só eu posso dá-la a mim mesmo. Qual a sua resposta diante desta provocação?"

Quer ver uma oração sincera? Ore comigo agora:
Jesus, eu tenho medo de você, porque eu não te conheço bem, porque acho que você vai me tirar coisas, vai me impor outras, vai tirar minha liberdade, vai me relembrar coisas que eu quero esquecer, vai me punir quando eu fizer errado ou se eu não fizer, da minha máscara cair e os outros verem meu verdadeiro eu. Tenho raiva porque as pessoas falam de você e eu não vejo e nem sinto o tempo todo, porque você não impediu aquela desgraça, aquela injustiça, quando falo que você é Senhor, mas vida vida não vai pra frente, nem para trás, quando eu tenho que esperar o Seu tempo ao invés de ir e agir. Tenho frustração quando não compreendo a sua forma de agir, quando a sua verdade entra em conflito com a minha verdade, quando a sua igreja me orienta à coisas absurdas, quando tento te entender. Mas apesar de tudo eu QUERO começar a te conhecer e te experimentar, me dá ânimo (alma) para não desistir quando eu descobrir que na verdade eu tenho medo, raiva e frustração é de mim mesmo. Jesus eu ainda não confio em vós (mas estou tentando). Amém.

domingo, 19 de junho de 2011

Juventude, dom de Deus

"Escrevo a vocês, jovens, porque são fortes: venceram o Maligno" (1João 2,13)

Estas palavras do apóstolo João demonstravam que a Igreja, desde o início, teve uma atenção especial para com a juventude. Considerando-a, sempre, não como problema, mas como dom de Deus, conforme afirmou o Papa João Paulo II. Dom de Deus porque a juventude é um tempo concedido pelo Senhor como presente. É necessário, pois, não esbanjar esse dom, mas administrá-lo com responsabilidade, a fim de que produza frutos para a vida do mundo e da própria Igreja.

Mas, afinal de contas, o que é a juventude? Não é simplesmente aquela etapa da vida que corresponde a determinado número de anos.

A juventude é o tempo de procura de respostas para questões fundamentais: qual o sentido da vida? Que significa ser livre? No evangelho, um jovem pergunta a Jesus: "Bom Mestre, o que devo fazer para possuir a vida eterna?"


A juventude é também tempo da procura do amor, que consiste em se responsabilizar pelo outro, pelo respeito à sua dignidade, pelo seu crescimento como pessoa, pela sua felicidade. É o tempo em que o jovem procura construir um projeto concreto para a vida.

Enfim, a juventude é o tempo do dever, isto é, tempo em que a pessoa se percebe, de modo intenso, responsável por si mesma, pelo bem comum da sociedade e pelo futuro do mundo. Com muita propriedade, João Paulo II afirmou que os jovens são as sentinelas do amanhã.

A Igreja está consciente de tantos perigos que hoje ameaçam, sobretudo, os jovens. Ela recorda às autoridades da Nação o dever que têm de sanar, com medidas eficazes e urgentes, os obstáculos que levam tantos jovens ao desânimo e à perda de esperança com relação ao futuro: analfabetismo, desemprego, falta de oportunidade de ingresso em escolas de boa qualidade, que os qualifiquem profissionalmente para enfrentar as exigências do mercado de trabalho.

Na mensagem que dirigiram à juventude, por ocasião da 44ª Assembléia Geral da CNBB, os Bispos renovam o compromisso de acolher os jovens e ajudá-los com novas metodologias na sua formação humana e cristã. Nossas dioceses, paróquias e comunidades se propõem a adotar instrumentos pastorais para que eles sejam não só destinatários, mas sujeitos da evangelização, sobretudo com relação ao mundo juvenil. A evangelização é resposta a uma busca, pois todas as pessoas, sobretudo os jovens, de modo misterioso, estão à procura de alguém que seja, de fato, Caminho, Verdade e Vida. Só Cristo é capaz de dar sentido profundo à nossa vida.

Para atingir este objetivo, a Igreja, inspirada nos ensinamentos do Papa Bento XVI em sua encíclica Deus Caritas Est, quer se esforçar para ser, cada vez mais, a Igreja da Caridade, fazendo do amor o centro de sua mensagem. Fazendo do amor o ponto de encontro entre ela e os jovens.

Dom Benedito Beni

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Quem é o Espírito Santo?

Aqui trazemos um trecho da entrevista com Roberto Tannus respondendo algumas perguntas durante o programa Revolução Jesus da TV Canção Nova: Quem é o Espírito Santo?


Pentecostes: O que significa?



Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Ação de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no qüinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa "qüinquagésimo dia".

No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino. Quem é o Espírito Santo?

O prometido por Jesus: "...ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias" (At 1,4-5).

Espírito que procede do Pai e do Filho: "quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho..." (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.

Fonte: CançãoNova.com